Não sou eu, são os outros

[…] não é você, sou eu.

Relacionamentos fracassados e casos furados acabam nos deixando com um certo complexo de auto-crítica, em que acreditamos que o problema somos nós e não eles (as).

Acabamos por nos diminuir. Não achando que somos bons o suficiente, bonitos o suficiente, inteligentes o suficiente entre outras coisas.

Mas sabe… O problema — a maioria das vezes —, não é você. É o cara (ou a garota)!

O cara é mole e você é quem tem sempre que tomar uma atitude. O problema é ele — que é lerdo — ou você?

Bancou o intelectual supremo e achou que você era menos que ele. O problema é ele — e seu ego gigante — ou você?

Queria sair por ai pagando de gostoso e pegando todo mundo e fazendo você de idiota. O problema é ele — e sua galinhagem  — ou você?

Reflita sobre o insucesso dos seus casos amorosos e avalie se era você o problema deles.

Com o complexo “o que tenho de errado”, acabamos nos colocando em um patamar muito baixo. Atraindo aquela vibe low e dando  lugar á uma série de inseguranças, nóias e baixa auto-estima.

Nisso, você fica refletindo sobre como poderia mudar. A mudança só é válida quando há um crescimento por trás disso. Um amadurecimento. Não para tentar ser aceita por uma outra pessoa. Decidindo que você tem que mudar o que é para se tornar alguém que possa ser aceita. Não.

Seja apenas você. Qualquer um que vier a se relacionar com você tem que te aceitar como você é. Não é preciso usar um tipo de “máscara da aceitação”. Se você for o que os outros querem que você seja, então, quem é você de verdade?

Apesar dos meus inúmeros defeitos, nóias e complexos, cheguei a conclusão — graças á uma conversa sincera com um amigo — de que: Não sou eu. São os outros! O problema são os outros.

Posso dormir tranquilamente depois dessa constatação porque, sou imperfeita sim. Meus relacionamentos são uns fracassos. Ok. Mas eu não sou a culpada de tudo. Talvez eu tenha sido culpada em certas partes, mas eu não sou a total responsável pelos términos e mal começos.

Mas sou grata aos meus insucessos amorosos, pois, aprendi muita coisa com meus erros e acertos. Só não sou grata ao meu azar, porque de todo tipo de cara que eu poderia me envolver, eu só atraio os errados. Mas como a esperança é a última que morre, ainda tenho alguma positividade quanto encontrar um cara certo nessa vida.

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