Definitivamente: nada atlética

Há duas semanas eu decidi mudar a minha vida e me tornar uma pessoa saudável (falei sobre isso no texto “Saudosos 50 kg“). Reeducando a minha alimentação (#ProjetoRA) e exercitando meu corpo.

Meus dias foram de: dores musculares vergonhosas e colapsos nervosos de fome. Passei a primeira semana inteira com dores, do tipo, daquelas que você anda toda torta. Confesso que nunca tinha ficado tão mal na vida, pois cada movimento era uma tortura. Além disso, tirando toda a porcaria que eu comia no almoço, tipo, frituras e massas, eu me vi em desespero quando só tinha uma barrinha de cereal para me consolar a tarde.

Mas na verdade, a parte da alimentação foi o mais fácil. Eu erradiquei tudo de errado que eu comia, principalmente o Mc Donalds, e substitui por coisas saudáveis. Passei no mercado e sai procurando coisas integrais e lights. E com a ajuda da internet, tenho achado receitas aplicáveis e gostosas.

Meu grande erro foi passar esse tempo todo achando que comidas saudáveis eram comidas ruins e que para ficar magra, eu deveria passar fome. Mas não é. A principio, o corpo sente falta de toda a junk food, mas depois, se acostuma. Em apenas duas semanas eu tenho me sentido bem melhor e sempre posto fotos no Instagram (@jules_uty)  das coisas que eu como e faço.

A parte do “exercitando meu corpo” é o que tem sido um verdadeiro karma! Entenda que: eu sou péssima em atividades físicas.

  • Aula de dança: total falta de coordenação e sérias dificuldades em acompanhar as coreografias. Me sinto patética, de verdade. E tenho alguns ataques de risos nas aulas, porque é realmente cômico tentar acompanhar músicas como “porque hoje tu tá presa, tu tá presa, tu tá presa”. Sério.
  • Muay Thai: condicionamento físico vergonhoso e incrível capacidade de morrer em menos de dois minutos de corrida. Além disso, todo e qualquer exercício que me faça ficar pulando, me faz desejar que alguém me mate de uma vez.
  • Jump: Como eu falei: nada de pular. E todas as minhas tentativas foram frustradas, uma vez que eu sempre acho que vou me esborrachar no chão.

Fazer musculação é o que me deixa menos mal comigo e meu terrível condicionamento físico.

Considero a academia como um universo paralelo, porque não me sinto parte daquilo. Todas as atividades são bem bacanas, mas o problemas sou eu. E quando eu descobri que eles tiram fotos dos alunos com roupas de banho e mostram para os professores, eu quis definitivamente cavar a minha cova de tanta vergonha.

Apesar de tudo, eu continuo lá. Tentando vencer as barreiras invisíveis do “universo paralelo” — vulgo academia — todos os dias (ou quase todos). Porque eu tenho um objetivo a ser atingido e só poderei alcançá-lo se me dedicar. E desde o começo eu sabia que nada disso seria fácil. E atualmente, eu estou sempre me desafiando. Sempre me propondo novas coisas. E estou gostando disso.

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