Aquele momento em que tudo fica junto e misturado

Faz apenas duas semanas, mas parecem que foram meses sem escrever. Simplesmente rascunhei vários textos e no total, tenho 21 rascunhos inacabados. A crise da escrita me pegou e as palavras me fugiram. Mas, HELLO SAILORS!

Estamos vivendo o melhor de nossas vidas, sabiam? Este é o momento. O agora é o que importa.

Somos jovens. Independente da sua idade: somos jovens! Há vida pela frente. E como diz aquele velho — e batido — ditado: nunca é tarde para (…) alguma coisa.

Sabe quando você subitamente encarna o pensamento de um idoso? Você se sente velho e age como um velho? Pois é.

Deveríamos estar aproveitando o momento. Vivendo o agora e deixando as porcarias paranóicas para lá. Porque o tempo não volta. E porque o agora, daqui há cinco minutos, vai ser parte do seu passado.

Passado. Andei com alguns insights nostalgicos. Sentindo falta dos momentos que não voltam mais e de uma fase que passou. Nossa vida está em constante transformação, por isso é importante saber saborear todos os pequenos momentos, porque mais a frente, eles fazem tanta falta… Mas essa falta será positiva se você poder sentir que fez tudo valer a pena.

As últimas duas semanas foram um pouco estranhas e sensacionais ao mesmo tempo. Fiz minha primeira viagem solo — com as amigas — e era algo inédito que deveria ter despertado um sentimento eufórico, contudo… Eu meio que esperei sentir algo que não veio. Isso foi bem estranho. E meio que estou tentando entender isso.

Estou meio que na vibe do: preciso SENTIR. Buscando coisas que me despertem algum sentimento positivo e inovador. Que agregue algum tipo de valor e energia. Falando o português claro: acho que estou em busca de coisas que toquem lá no fundo da alma, entende? Como se eu tivesse chego num estágio onde nada mais é novo e precisasse de algo mais.

Além disso, algo realmente extraordinário me aconteceu: o Mc Donald’s não é mais tão gostoso. Apimentado demais, salgado demais e a sensação de “estofamento” deixou de ser satisfatória para ser incômoda. Será que 2012 realmente é o ano do fim do mundo? Porque eu, Juliana, uma das pessoas mais viciadas em Mc Donald’s na face da Terra afirmei quê: o Mc Donald’s não é mais tão gostoso. Na verdade, eu quis dizer que não sinto mais necessidade de comer um Mc Chiken ou Big Mac. Me choquei com essa nova realidade, de verdade.

Para completar — e finalizar — o post confuso desta segunda-feira, me pergunto por que tem tanta gente com tantos pretendentes e uns com nada? Tipo, tenho uma colega que tem TRÊS caras morrendo para namorar com ela e ela não quer. É só comigo que o mundo inteiro é gay? Porque para todas as direções que eu olho, só vejo: homens. bonitos. GAYS. Mas eu sei, eu sei que: “tudo tem uma hora certa”. (já falei o quanto odeio essa verdade ridícula, né?)

É caros leitores, esta neurótica que vos escreve está vivenciando um momento de muita confusão interna e tentando alinhar tudo de modo que possa expressar as coisas de forma mais digna por aqui.

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