Ano novo, memórias novas

large (1)Dois mil e quatorze chegou. Mas dessa vez, não houveram fogos para sua chegada. Não estouraram a champagne. Ele começou sutilmente. O relógio apenas marcou a meia-noite do primeiro dia de um novo ano sem qualquer alarde. Era ano novo. Era dois mil e quatorze.

Dois mil e treze começou de um jeito e terminou de outro completamente diferente. Trezentos e sessenta e cinco dias me transformaram de muitas maneiras. Menos do que eu gostaria, mas mais do que eu esperava.

Foram muitas mudanças. Que aconteceram porque tinham de acontecer. E elas aconteceram independentes da minha vontade. E eu acredito que estava predestinada à todos os acontecimentos. Que de alguma forma, as minhas escolhas me levaram aos desafios que apareceram.

Fui pega desprevenida por várias vezes, é claro. Sem tempo de me preparar. Surtei — óbvio — diversas vezes. Porque essa sou eu. Eu me desespero com tudo aquilo que não consigo entender e nem controlar. Mas, embora que fosse difícil, precisei respirar fundo e enfrentar. Muitas vezes cedi. Muitas vezes me calei. Muitas vezes fiz o que não me agradava para poder agradar.

Transformação. Superação. Evolução. Desafios. Amor.

Essas são algumas palavras que definem o meu dois mil e treze. Um ano que ficou para trás. Mas um ano que me marcou de muitas, muitas maneiras.

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